Olaaa Crianças e Crianços...segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Olaaa Crianças e Crianços...quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Primavera do Leste e Cuiabá
Tempinho sem atualizar né!
Muita correria no trabalho, muitos shows e muitos problemas pessoais também....mas isso não vem ao caso...estou aqui pra falar de nossa última viajem...
Semaninha pesada essa que passou...começamos com show no bar Takos na quinta, depois Postinho na sexta, sábado e domingo em Primavera do Leste e segunda em Cuiabá. Cinco shows em cinco dias...fora os 1555 km de estrada e o calor do Mato Grosso que não é pouco.
Depois do balneário, volta pro hotel pra dar mais uma esticada.
A banda se pirulitou pro hotel, mas eu fiquei pra ver a Neuratomos e a banda Comunicasom que também é bem legal.
Valeu
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Resultado do trabalho

Me desculpem pela auxência do blog por esses dias. Essas últimas semanas têm sido bem movimentadas pra mim, tanto no trabalho quanto na música (trabalho também).
Acabei de escrever a segunda matéria que deve ir pro ar na quarta-feira. Enquanto isso, segue o link da primeira : http://baixista.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=234&Itemid=1
segunda-feira, 1 de junho de 2009
“Pra que isso tudo se baixo só faz Tum Tum Tum?”

“Pra que isso tudo se baixo só faz Tum Tum Tum?”
Acreditem, ouvi isso no meu primeiro show com a Rivers. Achei que seria a primeira e última vez e que nenhum outro baixista teria que engolir tal besteira, mas zapeando pelas comunidades de contrabaixo no Orkut, descobri que é um pensamento mais comum do que eu imaginava. Na hora fiquei puto, mas hoje levo na moral, até me zoam por causa disso.
Ok, existem os puristas que acham que baixo tem que ser tocado sem efeitos, apenas instrumento e amplificador. Nada contra, é tudo uma questão de gosto e busca pelo timbre que mais agradam aos ouvidos do músico, assim como o uso de palhetas. A mim não agrada, por isso uso outros artifícios entre instrumento e amp.
Procuro não exagerar na utilização desses artifícios, mas não me custa nada ter todos à minha disposição pra quando quiser usar. Pelo menos até hoje ninguém reclamou (não pra mim). A Rivers toca uma pancada de músicas de épocas diferentes...tenho outras bandas de outros estilos diferentes...poderia citar mais algumas desculpas (ou motivos, como queiram) pra ter um pedalboard recheado e uma coluna Hartke atrás de mim (geladeira como diz o Rod), mas não preciso. Tenho porque gosto e ponto. Sou exagerado, mas antes pecar pelo excesso do que pela falta. Já me falaram que vão mandar meu curriculum pra Fiat pra arrumar um emprego na área de design interno, pois ninguém consegue achar mais espaço dentro de um Palio do que eu. Exageros à parte, coitado do Paliozinho.
Não existe nada melhor do que tocar e me ouvir bem. Chega de ficar forçando ouvido pra saber se o baixo está saindo, se está afinado, se estou tocando a mesma música que o resto da banda. Mas o pior é chegar a um show e ver que o som do lugar só tem um amp meia boca e meio baleado ainda por cima. Só isso já me compensa o trabalho de carregar a geladeira.
Mas pra se chegar a um bom resultado, são necessárias muitas horas em casa testanto, fuçando, mudando pedais de posição, experimentando outras configurações até se chegar ao ideal e pra se manter tudo funcionando, pois não adianta nada ter um bom equipamento sem manutenção. Pelo menos uma vez a cada duas semanas eu desmonto tudo pra dar uma geral.
Valeu !
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Paranatinga-MT

Alguém conhece uma cidade chamada Paranatinga no Mato Grosso? Não? Pois então, se não fosse pela música eu também não conheceria. Neste último final de semana fomos até lá tocar em uma festa de casamento. Tá, eu pensei que fossemos tocar na festa, mas acabamos tocando na cerimônia também, mas foi muito legal ver os noivos entrando de triciclo com a Rivers tocando Dire Straits a pedidos da noiva.
Claro que pra chegar em Paranatinga precisamos de um pouco de espírito aventureiro. Primeiro passo foi ter que ouvir todo mundo do mundo inteiro dizendo que essa viajem seria uma loucura, que não valeria a pena e bla bla bla bla.....eu penso o seguinte, quem quer chegar a algum lugar, tira a bunda do sofá e corre atrás. Eu faço isso e, quem não faz que se foda.
Voltando à aventura, digo, à viajem, tivemos muitos contratempos com transporte. Vai de van, não vai mais de van, vai de carro grande, não vai mais....bom, no fim vamos de popularzinho alugado mesmo. Próximo problema, como encaixar 4 pessoas e mais equipamento em um Golzinho? Resposta: não encaixa. Tive que abrir mão de levar meu equipamento. Levei apenas o baixo e um pedal Yamaha NE-1, meu salvador da pátria. O noivo ficou de arrumar um amplificador de baixo pra nós, mas numa cidade de 20.000 habitantes foi impossível encontrar algo sequer semelhante. Solução, baixo direto na mesa. Tem coisa mais horrível? Só não foi pior por causa do NE-1.
O show em si foi bem legal. Tivemos a participação do nosso amigo Juninho moendo a bateria, o Lira teve outros compromissos e não pode viajar conosco. Claro que tivemos que maneirar no peso das mãos porque era outro público que queria ouvir outras músicas, mas foi divertido. Confesso que voltei de lá um pouco frustrado pela falta do meu equipamento, afinal, não levei anos pra montar um kit interessante e chegar no timbre que eu queria pra tocar com baixo plugado direto na mesa. É, ao contrário do que alguns pensam, baixo também tem timbre e também precisa de equipamento bom e caro pra soar legal.......mas isso é conversa pra um próximo post.
Ahhh...um detalhe. Nos perdemos no caminho. Foi uma viajem no maior estilo “onde está Wally?” Alguém sabe onde está a placa que indica a direção de Primavera do Leste? Pois então, 100km depois descobrimos que era pro outro lado. Ao final do show estava conversando com o pessoal dos Abutres de Cuiabá, sobre a escolha da cidade para sede de jogos da Copa 2014 e perguntei a eles: “caras, como vocês querem ser escolhinhos se ninguém vai saber como chegar até lá?”
Saldo final: positivo. 1500 km percorridos, novos amigos, conheci mais um pedacinho do Brasil e sensação de dever cumprido.
terça-feira, 5 de maio de 2009
Final de semana pesado

Vamos começar pelo final........
A última cena do domingo, final de show em Maracaju, desmontamos o equipamento, carregamos pra van meio arrastados. Nos despedimos do pessoal da produção e vamos pra estrada de volta porque tem mais um show ainda pra fechar o domingo.
Já na van falo pro Lira: “ escolhe um DVD bom ai pra tirar um cochilo até Campo Grande”. Lira fuça na pasta e saca um Pink Floyd. Beleza, primeira música todo mundo antenado, comentando do palco, do timbre da guita, da iluminação do palco. Segunda música, silêncio na van. Terceira música: ttsssssssssssssssssssssssssssssss.......todo mundo fora do ar.
Chegando em Campo Grande, tentei avisar que chegamos e parecia que eu tinha virado cover do Seu Jorge, a voz do Rodrigo também tinha ido pra LINS (Lugar Incerto e Não Sabido). Infelizmente tivemos que cancelar nossa apresentação no Campo Grande Rock Festival, pois estávamos além de atrasados, absolutamente sem condições físicas de tocar mais 1 hora.
Fazia tempo que eu não terminava um final de semana tão acabado, mas garanto que valeu a pena.
Ainda existem pessoas que pensam que palco é só diversão nossa de final de semana. Que músico nunca ouviu aquela maldita pergunta: ”me diz uma coisa, além de tocar, você trabalha?”. Pois é, santa ignorância. Sabe que eu adoro mostrar os “making offs” dos DVDs de shows pros meus amigos pra mostrar como é trabalhoso montar um show!
Quem acompanha a Rivers no Postinho geralmente chega após as 20:00, então já pega o palco montado, som passado, luz regulada e tudo pronto pra começar, mas não imagina que a maratona começou às 5 da tarde carregando o carro, montando meu equipo no palco, montando o som do bar, erguendo os PAs, escondendo os cabos (odeio cabo no palco), fazendo uma pré-passagem de som antes do resto da banda chegar. Depois disso ainda vem o show até meia-noite. E neste último final de semana ainda tivemos outro show no BarFly após o Postinho. Então desmonta tudo e remonta no BarFly, toca até quase amanhecer, desmonta e chega em casa às 6:30 da manhã, com um tempinho pra tomar um banho e deitar no sofá até a van chegar às 8:00 pra nos levar até Maracaju.
Cansou ai?
Eu cansei.
Ahh, pra matar a curiosidade do leigo, nós também trabalhamos durante a semana.
Valeu... Até a próxima.