domingo, 7 de novembro de 2010


Uma vez ouvi de Arnaldo Jabor em uma palestra aqui em Campo Grande onde ele dizia que costuma escrever tudo o que se passava em seu dia, não como um diário adolescente, mas como um comentarista sobre sua própria vida. Ele diz: “Escreva tudo, quem sabe um dia isso possa se transformar em um livro ou quem sabe até um filme.”

E os blogs apareceram justamente pra isso. Não tenho escrito com tanta regularidade, mas sempre que posso faço minhas anotações.

Se eu fosse botar no papel tudo o que aconteceu nestas duas últimas semanas, ao invés de um livro ou filme, daria pra fazer uma novela mexicana de quinta categoria. Não preciso nem citar os fatos, pois todos acompanharam o desenrolar da história pela mídia de Campo Grande. Enfim, tudo muito ridículo. Na verdade eu até escrevi um resumão sobre tudo em 5 páginas (hehehe), mas o conteúdo é impublicável.

E só pra deixar claro algo que tem sido dito por ai pela língua preta: eu e o Juninho não nos afastamos da Rivers, nós saímos da banda e ponto final. E pra completar, parece que o orkut da banda foi hackeado, tá muito fácil disso virar fofoca também.

Mas vamos falar de coisa boa?

Tem banda nova ai no pedaço. Um power trio que vai ser bem divertido de fazer. Semana que vem começamos a ensaiar e em breve estaremos nos palcos.

E neste último feriado eu matei uma vontade que me perseguia desde a adolescência: fui visitar o Salão do Automóvel 2010. Valeu a pena andar pelos 80 mil m­2 do Anhembi das 13:00 às 20:00, enfrentar a muvuca, calor, fome, tomar um chá de aeroporto pra ir e pra voltar.

Bom mesmo foi a conexão no Rio de Janeiro, que continua maravilhoso. Fiquei 7 horas no Santos Dummont e apesar do tempo nublado, deu pra dar uma saída e bater perna no Flamengo e ainda ler 1 livro e meio na espera pelo vôo pra casa. Daqui a dois anos eu volto.


See ya!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Alô vocês. Como estão?

Não me esqueci do blog não, apenas estou ocupado demais pra postar por aqui. Estou a 220 por hora nos trabalhos, mas a mente também está a 220 por hora.

Tenho escrito muito, mas não publiquei nada ainda. São arquivos que irei mandando aos ares aos poucos em momento oportuno.

Melhor assim mesmo, porquê meus dedos estão um tanto quanto ácidos demais pra escrever, o que acabaria levando uns quatro ou cinco dos que me cercam direto para o divã de um analista para se tratarem.

Mas não dá nada não. Eles tentam ser idiotas, eu os tolero e assim caminha a humanidade. Os tratarei com a mesma hipocrisia que lhes é peculiar. Do tipo que na frente se fingem de santos e nas costas lhe mandam e-mails anônimos (sic). Sim, eu sei quem é você, mas vou jogar o seu joguinho do "oi, tudo bem?", mas assim que virar as costas, lhe mando pra PQP. Afinal, a PQP é a terra dos incompetentes e desocupados.

Mas beleza. Bola pra frente. Quem se preocupa demais com mente pequena, acaba ficando pequeno também.

Fui. See ya.

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